Make your own free website on Tripod.com

A VERDADE

Acima de Tudo!

 

 

 

...todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo! I Cor 8:6

36 – NISTO CREMOS – A BASE PARA O CREDO “OFICIAL DA IASD”

 

 

Sobre esta última declaração de crenças: o livro Nisto Cremos, onde consta a de 1980, está escrito o seguinte:

 

Durante muitos anos os Adventistas do Sétimo Dia têm-se demonstrado relutante em formalizar um credo (no sentido usual desta palavra). ...”.

 

“... Embora este volume não represente uma declaração votada oficialmente – já que somente uma sessão da Associação Geral poderia tomar tal medida -, ele deve ser visto como representativo da ‘verdade ...”. (Editores: LESSA, Rubens S., GUARDA, Márcio D. e SCHEFFEL. 4ª ed. Tatuí – SP, CPB, 1997. p. 6.).

 

Portanto, diante disso, percebe-se que essa última declaração de crenças não é uma declaração oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por que ela não é oficial?

 

 

36.1 – Declaração de Uriah Smith

 

A primeira declaração de crenças, é conhecida como a “declaração de Uriah Smith” datada de 1872. Sobre o pensamento dele, no artigo “as mudanças do adventismo”, está escrito o seguinte:

 

“Não apenas era antitrinitariano e semi-ariano, tal como os outros de seus companheiros, também apresentava o Espírito Santo como ‘esta divina, misteriosa emanação, através da qual Eles (o Pai e o Filho) levam avante Sua grande Obra’. Noutra ocasião, Smith falou do Espírito Santo, como uma ‘influência divinae não uma ‘pessoa como o Pai e o Filho’.

Muitos dentre os fundadores do adventismo não se uniriam à Igreja hoje, se eles tivessem que subscrever as crenças fundamentais da denominação.

Mais especificamente, muitos deles não concordariam com a crença nº 2, a qual trata da doutrina da Trindade. Para José Bates, essa era uma doutrina espúria. Tiago White a classificava como ‘o velho absurdo trinitariano. E para M. E. Cornell tratava-se de um fruto da grande apostasia, tal como os falsos ensinamentos da guarda do domingo e da imortalidade da alma’”.  (KNIGHT, George. Revista Ministério. As Mudanças do Adventismo. Edição única. Tatuí – SP, CPB, janeiro/fevereiro 1994. p. 15.).

 

No livro Nisto Cremos, também está escrito sobre a declaração de Uriah Smith:

 

“Em 1872 a editora adventista de Battle Creek, Michigan, publicou uma ‘sinopse de nossa fé’ em 25 proposições. Esse documento, tendo sofrido rápidas revisões e sido ampliado para 28 seções, apareceu no Yearbook denominacional de 1889. O texto não constou de edições sucessivas da publicação, mas foi novamente inserido no exemplar de 1905, e continuou a sê-lo até 1914. ...”.  (Editores: LESSA, Rubens S., GUARDA, Márcio D. e SCHEFFEL. 4ª ed. Tatuí – SP, CPB, 1997. p. 6.).

 

 

36.2 - A mudança

 

Notem que o breve histórico do livro “Nisto Cremos” fala das crenças fundamentais publicadas no Year Book de 1931 sem nada mencionar sobre as mudanças que foram nelas feitas (até 1914 nada mencionava sobre a crença num Deus triúno, já em 1931 declarasse abertamente esta crença).

 

A “declaração de 22 doutrinas fundamentais, que apareceu impressa pela primeira vez no Yearbook de 1931, permaneceu até a seção da Associação Geral de 1980, quando foi substituída por um sumário mais amplo e abrangente de 27 parágrafos, publicado sob o título ‘Doutrinas Fundamentais dos Adventistas do Sétimo Dia...”. (Ibidem.).

 

O presente volume, Nisto Cremos, baseia-se nesses breves resumos. Eles aparecem no início de cada capítulo. Neste livro estamos apresentando a nossos membros, amigos e demais pessoas interessadas – sob forma ampliada, de fácil leitura e de maneira prática – essas convicções doutrinárias atual. Embora este volume não represente uma declaração votada oficialmente – já que somente uma sessão da Associação geral poderia tomar tal medida -, ele deve ser visto como representativo da ‘verdade ... em Jesus’... ” (Editores: LESSA, Rubens S., GUARDA, Márcio D. e SCHEFFEL. 4ª ed. Tatuí – SP, CPB, 1997. p. 6.).

 

O curioso, é que o livro “Nisto Cremos” preparado pela “Associação Ministerial”, diz que - “o esboço inicial de cada capítulo”, foi escrito por uma única pessoa.

 

“Assim combinamos os esforços de muitos com os esforços de uma pessoa, P. G. Damsteegt, que recebeu incumbência de preparar o esboço inicial de cada capítulo”. (Editores: LESSA, Rubens S., GUARDA, Márcio D. e SCHEFFEL. 4ª ed. Tatuí – SP, CPB, 1997. p. 7.).

 

 

36.3 – Advertências quanto ao perigo dos credos

 

“Roma privou o povo da Escritura Sagrada e exigiu que todos os homens aceitassem seus ensinos em lugar da própria Bíblia. Foi obra da Reforma restituir a Palavra de Deus aos homens; não é, porém, sobejamente verdade que nas igrejas modernas os homens são ensinados a depositar fé no credo e dogmas de sua igreja em vez de nas Escrituras? Falando das igrejas protestantes, disse Carlos Beecher: ‘Horrorizam-se com qualquer palavra rude contra os credos, com a mesma sensibilidade com que os santos padres se teriam horrorizado com uma rude palavra contra a incipiente veneração dos santos e mártires, por eles fomentada. ... As denominações evangélicas protestantes por tal forma ataram as mãos umas às outras, bem como suas próprias, que, em qualquer dessas denominações, um homem não pode absolutamente se tornar pregador, sem, de alguma maneira, aceitar outro livro além da Escritura Sagrada. ... Nada há de imaginário na declaração de que o poderio do credo está começando hoje a proibir a Bíblia tão realmente como o fez Roma, se bem que de maneira mais sutil’. - Sermão sobre a Bíblia como um credo suficiente, pronunciado em Fort Wayne, Indiana, a 2 de fevereiro de 1846”.

 

“Quando ensinadores fiéis expõem a Palavra de Deus, levantam-se homens de saber, pastores que professam compreender as Escrituras, e denunciam a doutrina sã como heresia, desviando assim os inquiridores da verdade. Não fosse o caso de se achar o mundo fatalmente embriagado com o vinho de Babilônia, e multidões seriam convencidas e convertidas pelas verdades claras e penetrantes da Palavra de Deus. Mas, a fé religiosa parece tão confusa e discordante que o povo não sabe o que crer como verdade. O pecado da impenitência do mundo jaz à porta da igreja”. (Idem. O Grande Conflito. 36ª ed. 1988. pp. 388-389.).

 

“Quando a Palavra de Deus for estudada, compreendida e obedecida, uma luz brilhante se refletirá sobre o mundo; novas verdades, recebidas e postas em prática, ligar-nos-ão, em fortes laços, a Jesus. A Bíblia, e a Bíblia tão-só, deve ser nosso credo, o único laço de união; todos os que se submeterem a essa Santa Palavra estarão em harmonia entre si. Nossos próprios pontos de vista e idéias não devem controlar nossos esforços. O homem é falível, mas a Palavra de Deus é infalível. Em vez de lutar uns com os outros, exaltem os homens ao Senhor. Defrontemos toda oposição, como o fez o Mestre, dizendo: ‘Está Escrito.’ Ergamos o estandarte no qual está escrito: A Bíblia, nossa regra de fé e disciplina”. – Review And Herald, 15 de Dezembro de 1985. (Idem. Mensagens Escolhidas, Vol. 1. 2ª ed. Santo André – SP, CPB, 1985. p. 416.).

 

 

36.4 - Um assim diz o Senhor

 

Este princípio, temos de manter firmemente em nossos dias. A bandeira da verdade e da liberdade religiosa desfraldada pelos fundadores da igreja evangélica e pelas testemunhas de Deus durante os séculos decorridos desde então, foi, neste último conflito, confiada a nossas mãos. A responsabilidade deste grande dom repousa com aqueles a quem Deus abençoou com o conhecimento de Sua Palavra. Temos de receber essa Palavra como autoridade suprema. Cumpre-nos reconhecer o governo humano como uma instituição designada por Deus, e ensinar obediência ao mesmo como um dever sagrado, dentro de sua legítima esfera. Mas, quando suas exigências se chocam com as reivindicações de Deus, temos que obedecer a Deus de preferência aos homens. A Palavra de Deus precisa ser reconhecida como estando acima de toda a Legislação humana. Um ‘Assim diz o Senhor’, não deve ser posto à margem por um ‘Assim diz a Igreja’, ou um ‘Assim diz o Estado’. A coroa de Cristo tem de ser erguida acima dos diademas de potentados terrestres”.  (Idem. Atos dos Apóstolos. 6ª ed. Tatuí – SP, CPB, 1990.  p. 69.).

 

Mas Deus terá sobre a Terra um povo que mantenha a Bíblia, e a Bíblia só, como norma de todas as doutrinas e base de todas as reformas. As opiniões de homens ilustrados, as deduções da ciência, os credos ou decisões dos concílios eclesiásticos, tão numerosos e discordantes como são as igrejas que representam, a voz da maioria - nenhuma destas coisas, nem todas em conjunto, deveriam considerar-se como prova em favor ou contra qualquer ponto de fé religiosa. Antes de aceitar qualquer doutrina ou preceito, devemos pedir em seu apoio um claro – ‘Assim diz o Senhor’”.  (Idem. O Grande Conflito. 36ª ed. 1988. pp. 595.).

 

A Igreja Romana reserva ao clero o direito de interpretar as Escrituras. Sob o fundamento de que unicamente os eclesiásticos são competentes para explicar a Palavra de Deus, é esta vedada ao povo comum. Conquanto a Reforma fizesse acessível a todos as Escrituras, o mesmíssimo espírito que Roma manteve impede também as multidões nas igrejas protestantes de examinarem a Bíblia por si mesmas. São instruídas a aceitar os seus ensinos conforme são interpretados pela igreja; e há milhares que não ousam receber coisa alguma contrária ao seu credo, ou ao ensino adotado por sua igreja, por mais claro que esteja revelada nas Escrituras”. (Ibidem. p. 596.).

 

“Um credo e os dons permanecem assim em oposição direta um ao outro. Ora, qual a nossa posição como um povo? A Bíblia é nosso credo. Rejeitamos tudo quanto apresenta a forma de um credo humano. Aceitamos a Bíblia e os dons do Espírito, abraçando a fé que o Senhor nos ensinará de tempos em tempos. E nisto tomamos posição contra a formação de um credo. No que estamos fazendo não estamos dando um único passo rumo a tornar-nos Babilônia.” - (DOUGLASS, Herbert E. MENSAGEIRA DO SENHOR – O ministério profético de Elle G. White. 1ª ed. Tatuí – SP, CPB, 2001. p. 427).

 

 

Rua 9 de Julho, 1600 - Ipiranga

CEP - 88.111-380 - São José/SC

 (48) 246-8184

VOLTAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

.