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A VERDADE

Acima de Tudo!

 

 

 

...todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo! I Cor 8:6

33 – TRINDADE – UMA DOUTRINA GENUINAMENTE CATÓLICA

 

O próprio Papa declara que a Trindade é uma Doutrina Católica

 

 

  

 

 

 

 

 

 

Segundo o Papa João Paulo II, a Trindade explica a vocação da humanidade a formar uma só família, pois Deus não é solidão, mas comunhão perfeita, recorda ao rezar o “Angelus”.

CIDADE DO VATICANO, 15 de junho de 2003

Do mistério maior do cristianismo, a Trindade, surge a vocação da humanidade “a formar uma só família”, sem acepção de raças ou culturas, assegura João Paulo II.

Ao celebrar este domingo a solenidade da Santíssima Trindade, o Santo Padre convidou os crentes a contemplar “o primeiro e último horizonte do universo e da história: o Amor de Deus, Pai, e Filho e Espírito Santo”.

Antes de rezar a oração mariana do “Angelus”, junto a milhares de peregrinos reunidos na praça de São Pedro no Vaticano, recordou que “a Unidade e a Trindade de Deus é o primeiro mistério da fé católica”.

“Chegamos a ele ao final de todo o caminho de revelação que se cumpriu em Jesus: em sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição”, continuou explicando.

“Deus não é solidão, mas comunhão perfeita -reafirmou-. De Deus comunhão surge a vocação de toda a humanidade para formar uma só grande família, na qual as diferentes raças e culturas se encontram e se enriquecem reciprocamente”.

À luz desta verdade fundamental da fé, concluiu, compreende-se a gravidade de todas as ofensas contra o ser humano, em particular, mencionou o drama das pessoas que são obrigadas a fugir de sua própria terra e o “redemoinho sem fim de violência e represália” que acontece na Terra Santa. Código: ZP03061505. Data de publicação: 2003-06-15 Fonte: Agência Zenit de Notícias

O Papa: Os refugiados e a violência na Terra Santa, ofensa a Deus Trindade.

Palavras de João Paulo II ao rezar a oração mariana do Angelus

CIDADE DO VATICANO, 15 de junho de 2003.

Publicamos a seguir as palavras que João Paulo II pronunciou antes e depois de rezar a oração mariana do “Angelus” junto a milhares de peregrinos congregados na praça de São Pedro do Vaticano.

Queridos irmãos e irmãs!

1. Neste domingo que segue o Pentecostes celebramos a solenidade da Santíssima Trindade. A Unidade e a Trindade de Deus é o primeiro mistério da fé católica. Chegamos a ele no final de todo o caminho da revelação que se cumpriu em Jesus em sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição. Desde a reunião da “montanha santa”, que é Cristo, contempla-se o primeiro e último horizonte do universo e da história: o Amor de Deus, Pai, e Filho e Espírito Santo. Deus não é solidão, mas comunhão perfeita. Do Deus comunhão surge a vocação de toda a humanidade a formar uma só grande família, na qual as diferentes raças, culturas se encontram e se enriquecem reciprocamente (Cf. Atos 17, 6).

2. À luz deste horizonte universal de comunhão, destaca como grave ofensa a Deus e ao homem toda situação na qual pessoas ou grupos humanos são obrigados a fugir da própria terra para buscar refúgio em outro lugar. Recorda-nos a anual Jornada Mundial do Refugiado, que acontecerá no próximo dia 20 de junho, e que este ano convida a prestar atenção na realidade dos jovens refugiados. No mundo, quase a metade dos refugiados são crianças e adolescentes. Muitos deles não vão à escola, carecem de bens essenciais, vivem em campos de refugiados, ou inclusive, detidos. O drama dos refugiados exige da comunidade internacional compromisso para enfrentar não só os sintomas, mas antes de tudo as causas do problema: ou seja, prevenir os conflitos, promovendo a justiça e a solidariedade em todos os âmbitos da família humana.

3. Dirigímo-nos agora à Virgem Maria e a contemplamos como admirável criatura da Santíssima Trindade: “ponto concreto de um conselho eterno” (“termine fisso d’eterno consiglio”), como canta o sumo poeta Dante Alighieri (Paraíso XXXII, 3). Pedimos-lhe que ajude a Igreja, mistério de comunhão, a ser sempre comunidade acolhedora, na qual toda pessoa, em particular se é pobre e marginalizada, pode encontrar acolhida e apoio. - (Tradução realizada por Zenit) Código: ZP03061502. Data de publicação: 2003-06-15 - Fonte: Agência Zenit de Notícias

 

33.1 - A Trindade e o ecumenismo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pregador do Papa Faz da Trindade o Novo Símbolo Católico para o Ecumenismo ao afirmar que a Trindade é a escola para superar divisões.

O pregador da Casa Pontifícia comenta a questão central da fé cristã:

CIDADE DO VATICANO, 17 de junho de 2003

A contemplação da Trindade poderá impulsionar a superar nossas divisões aparentemente irreconciliáveis, afirmou o pregador da Casa Pontifícia comentando o mistério central e mais elevado da vida cristã, que a igreja celebrou domingo passado.

 

“O Pai é, como na experiência humana, a origem de tudo”, explicou o padre Raniero Cantalamessa em uma aproximação à identidade das três pessoas divinas ante os microfones da Rádio Vaticano.

“Especialmente no pensamento grego, o Pai é visto como a fonte de toda a Trindade da qual surgem o Filho e o Espírito Santo. O Filho foi interpretado desde o apóstolo São João, que fala d’Ele como o ‘logos’, a razão, o Verbo”, continuou.

Por último, continuando o franciscano capuchino, “o Espírito Santo nos foi revelado através de imagens muito simples: o vento como símbolo de força, o sopro, o alento que representa a intimidade, a interioridade”.

Para um crente, a Trindade é um mistério próximo, acrescentou o padre Cantalamessa, visto que a vida cristã -que começa no batismo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo - desenvolve-se imersa na dimensão Trinitária, seja a confirmação, no sacramento do Matrimônio ou na hora da morte.

Aproximar o mistério trinitário de um não crente pode-se fazer partindo do conceito de “Deus-amor”. “Não podemos explicar a Trindade mas ao menos podemos dizer que Deus não pode não ser Trindade”, comentou o padre Cantalamessa.

“Deus, desde a eternidade, tem um objeto em si infinito para amar, que é o Filho, desde o qual é também amado com amor infinito, que é o Espírito Santo”, observou.

“Às vezes - reconheceu -, quando falo deste mistério, acrescento que teria compaixão de um Deus que não tivesse ninguém para amar, ninguém com quem partilhar sua infinita felicidade: seria um Deus muito triste. Como os homens precisam de alguém com quem se comunicar, Deus necessita em sua intimidade de uma pessoa para quem possa expressar todo seu amor, e essa pessoa é o Filho”.

“Contemplar a Trindade, vencer a odiosa divisão do mundo”, é uma frase que São Sergio de Radonez usava, em certa medida o pai espiritual da Rússia, recordou o pregador da Casa Pontifícia.

“Nós nos encontramos exatamente ante o mesmo problema – constatou -: a contemplação da Trindade, que é diversidade no amor e unidade na diversidade, deveria impulsionar-nos a superar nossas aparências irreconciliáveis diferenças de raça, de sexo, de cultura, porque a Trindade é perfeita unidade na diversidade”. Código: ZP03061702. Data de publicação: 2003-06-17. Fonte: http://www.zenit.org/portuguese/visualizza.phtml?sid=37344

 

33.2 - Constrangedoras perguntas que os Católicos fazem para os Adventistas

 

As perguntas que apresentaremos a seguir encontram-se no site oficial da Igreja Católica:

 

 

Tradução:

 

Eu estou seguro, que muitos Adventistas estão certos que Ellen G. White sempre acreditou na doutrina da Trindade. Mesmo que Ellen G. White sempre tenha acreditado na doutrina da Trindade, surgem muitas perguntas sobre a sua posição como mensageira do Senhor. Embaixo estão algumas perguntas que os Adventistas se devem perguntar. Eu convido a todos os Adventistas que leiam essa página, que descubram a verdade atrás dessas perguntas, por eles mesmos, e então honestamente se perguntem a si mesmos se pertencem a “Igreja Remanescente”.

 
Pergunta 1. Os Adventistas sempre tiveram em suas Doutrinas Fundamentais a doutrina da Trindade? Senão, quando oficialmente aceitaram esse ensinamento?


Pergunda 2. Ellen White sempre aceitou a doutrina da Trindade? Ela negou a deidade de Cristo em alguma época? Se ela negou a deidade de Cristo, em que ano mudou a sua maneira de pensar?


Pergunta 3. Ellen White foi sempre Trinitariana em seu pensamento, porque muitos Pioneiros Adventistas, inclusive James White foram não Trinitarianos?


Pergunta 4. Se Ellen G. White defendia a doutrina da Trindade, especialmente nos primeiros anos do movimento, qual é a sólida prova disso?


Pergunta 5. Se Ellen White foi Trinitariana e Mensageira do Senhor, porque não tomou medidas para corrigir os eréticos pontos de vista dos Pioneiros?

 

Pergunta 6.  Se Ellen White era a Mensageira do Senhor e no controle da IASD porque permitiu que os Pioneiros publicassem artigos anti-Trinitarianos na Review and Herald e outras revistas? Com certeza, ela tinha a autoridade para impedir essas declarações se elas estivessem erradas. Enquanto existem poucas declarações de Ellen White que dão alguma idéia que ela acreditava na Trindade (ao menos em algum ponto) não existe explicação porque ela não tomou medidas para corrigir as declações dos Pioneiros concernentes à Trindade.


Pergunta 7. O fato de Ellen White nunca ter corrigido os Pioneiros nas suas declarações anti-Trindade não indica que ela foi não Trinitariana em alguma época?


Pergunta 8. Você concorda que um grupo que nega a Trindade os torna eréticos?  Se é assim, a igreja IASD antes de aceitar oficialmente a Trindade não era um grupo erético e não cristão?

 
Pergunta 9. Para Ellen White, aparentemente foi dada por Deus uma visão sobre a importância do sábado, porque Deus nunca deu a Ellen White uma visão sobre a importância da Trindade, que é mais importante que o sábado?


Pergunta 10. Como a igreja Adventista pode proclamar que é a igreja remanescente, se por mais de 80 anos, ou tanto, o movimento não acreditava oficialmente na doutrina da Trindade?  Se a igreja IASD era realmente a igreja remanescente, porque demorou tanto para oficialmente fazer da Trindade uma  Crença Fundamental, (1932) embora declarem que Ellen White sempre acreditou na Trindade?


Pergunta 11. Porque Deus apontaria essa mulher e esse movimento como sendo Seu representante quando não aceitavam a Trindade por 80 anos, ou tanto?


Pergunta 12. Você concorda que Ellen White deve ser classificada como profeta falsa se negar a deidade de Cristo?


Pergunta 13. Você considera os grupos como: Testemunhas de Jeová, Christadelphians, Mórmons, Christian Science, the United Pentecostal Church etc. como eréticos porque negam a Trindade?

 

Pergunta 14. Você acredita que Deus deu uma revelação a um povo, ou grupo que tinham convicções eréticas, como negar a Trindade?


Conclusão: Se a história da origem dos Adventistas do Sétimo-dia mostra que não eram Trinitarianos em sua crença, como podem reclamar ser a “igreja remanescente” e várias outras reivindicações que tem hoje?

 

http://www.cathinsight.com/apologetics/adventism/ http://www.angelfire.com/ms/seanie/adventism/sdatrinity.html 

 

33.3 - As Pedras estão clamando: Revista secular confirma que a igreja cristã primitiva não adorava a Trindade

 

Segue abaixo a cópia de página da Revista (Ecumênica) das Religiões, da Superinteressante (Edição de Março de 2004, pág. 28) em que se afirma que a Igreja Cristã primitiva NÃO ADORAVA A TRINDADE, e que a “realidade trinitária de Deus” foi definida “a partir do 4º século”. A matéria fala do monoteísmo como uma invenção equivocada das tribos de Israel, posteriormente corrigida pelos “teólogos” católicos com seus argumentos filosófico-enrolativos (sempre repetidos pelos pastores da IASD!)...

 

As pedras clamam e “quem tem ouvidos para ouvir, ouça”!

 

 

“Os primeiros cristãos, porém não seguiam o conceito de Trindade. Foi somente a partir do século 4 que a realidade trinitária de Deus passou a ser discutida na igreja Católica. A definição do dogma foi obra dos concílios de Nicéia (325) e Constantinopla (381) com o objetivo de expressar a transcendência do divino. As outras religiões, porém, não concordam. “O hislamismo e Judaísmo chegaram a acusar o Cristianismo de ter pervertido o monoteísmo por causa da Trindade”.

 

   Como os Evangélicos defendem a Trindade?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O texto que se segue foi tirado da seção de perguntas e respostas denominada “ICP Responde” do site do “Instituto Cristão de Pesquisa” (www.icp.com.br), responsável pela revista apologética “Defesa da Fé”:

 

Gostaria de saber quem é o autor da expressão Trindade, uma vez que esta expressão não consta na Bíblia?

 

“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém” (2Co 13.14).

 

Devido à popularidade do assunto nos círculos estudantis e teológicos, e a abrangência de sua defesa bíblica, nos ateremos apenas ao seu aspecto histórico para que possamos conhecer a origem do termo. Alguns grupos sectários que zombam dos trinitarianos afirmam que a Trindade foi um conceito forjado (manipulado) por “homens”. Por exemplo: a Sociedade Torre de Vigia, organização das Testemunhas de Jeová, assevera que os primitivos cristãos não tinham consciência nem instruíam seus adeptos acerca da doutrina da Trindade. Querem afirmar, com isso, que a fé na doutrina da Trindade, advogada pelos cristãos, ocorreu por conta de uma heresia doutrinária por volta do século 3o. Se assim fosse, e se a Bíblia não comentasse nada sobre a Trindade, uma pergunta ficaria sem resposta: quem foi o “inventor” dessa doutrina?

 

Uma coisa é certa: não foi inventada por homens. A bem da verdade, se os cristãos quisessem minimizar o suposto “problema” que permeia a compreensão genuína dessa doutrina, seria muito mais fácil alterá-la, manipulá-la ou, então, não reconhecê-la como bíblica.

 

Antes de qualquer coisa, é necessário afirmar que a doutrina da Trindade não tem sua origem nas definições e escritos dos chamados “pais da igreja”. Ao contrário. Sempre esteve esposada nas Sagradas Escrituras. Conforme a obra Introdução à teologia sistemática, de Millard Erickson, “a doutrina ortodoxa da Trindade foi enunciada em uma série de debates e concílios, em grande parte, causada por movimentos tais como monarquianismo e arianismo.

 

Foi no Concílio de Constantinopla (381 d.C.) que emergiu uma formulação definitiva em que a igreja explicitou as crenças que estavam implícitas. A concepção que prevaleceu foi basicamente a de Atanásio (293-373 d.C.), conforme elaborada e aperfeiçoada pelos teólogos capadócios: Basílio, Gregório de Nazianzo e Gregório de Nissa”.

 

Analisando as informações históricas referentes ao assunto, podemos afirmar que o termo Trindade foi uma expressão de caráter teológico conferida a Deus por Tertuliano, no final do século 2o. Obviamente que recebeu esta designação porque seus ensinos se encontram em várias partes da Bíblia.

 

Não necessitamos dos chamados “pais da igreja” para justificar a doutrina da Trindade, mas os documentos ou os escritos desses “pais” provam, sem deixar nenhuma sombra de dúvida, que a doutrina da Trindade era ensinada e difundida pelos cristãos da antiguidade.

Fonte: www.icp.com.br/responde68.asp

 
33.4 - A história da Trindade através dos tempos

 

 

Egito - Tríade de Hórus, Osíris e Íris – 2º. Milênio AEC.

 

 

 

 

 

 

 

Palmira – Tríade do deus-lua, Senhor dos Céus, deus-sol, c 1º. Século EC.

 

 

 

 

Índia – Divindade trina hindu, c. 7º. Século EC.

 

 

  

 

 

 

 

 

  

 

 

 

  

 

 

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